php

PHP (um acrônimo recursivo para PHP: Hypertext Preprocessor”, originalmente Personal Home Page) é uma linguagem interpretada livre, usada originalmente apenas para o desenvolvimento de aplicações presentes e atuantes no lado do servidor, capazes de gerar conteúdo dinâmico na World Wide Web.[2] Figura entre as primeiras linguagens passíveis de inserção em documentos HTML, dispensando em muitos casos o uso de arquivos externos para eventuais processamentos de dados. O código é interpretado no lado do servidor pelo módulo PHP, que também gera a página web a ser visualizada no lado do cliente. A linguagem evoluiu, passou a oferecer funcionalidades em linha de comando, e além disso, ganhou características adicionais, que possibilitaram usos adicionais do PHP, não relacionados a web sites. É possível instalar o PHP na maioria dos sistemas operacionais, gratuitamente. Concorrente direto da tecnologia ASP pertencente à Microsoft, o PHP é utilizado em aplicações como o MediaWikiFacebookDrupalJoomlaWordPressMagento e o Oscommerce.

 

Ótimo, mas o que isso significa? Por exemplo:

Exemplo #1 Um exemplo introdutório

<!DOCTYPE HTML>
<html>
<head>
<title>Exemplo</title>
</head>
<body>
<?php
echo “Olá, eu sou um script PHP!”;
?>

</body>
</html>

Em vez de muitos comandos para mostrar HTML (como acontece com C ou Perl), as páginas PHP contém HTML em código mesclado que faz “alguma coisa” (neste caso, mostra “Olá, eu sou um script PHP!”). O código PHP é delimitado pelas instruções de processamento (tags) de início e fim <?php e ?> que permitem que você entre e saia do “modo PHP”.

O que distingue o PHP de algo como o JavaScript no lado do cliente é que o código é executado no servidor, gerando o HTML que é então enviado para o navegador. O navegador recebe os resultados da execução desse script, mas não sabe qual era o código fonte. Você pode inclusive configurar seu servidor web para processar todos os seus arquivos HTML com o PHP, e então não há como os usuários dizerem o que você tem na sua manga.